Iesalc/Unesco divulga Declaração de Porto Alegre

Documento é resultado das discussões que tiveram participação de reitores de universidades estaduais

O Instituto Internacional para a Educação Superior na América Latica e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Iesalc/Unesco) divulgou a Declaração de Porto Alegre. O documento é resultado das discussões empreendidas pelos representantes das Redes, Associações e Conselhos de Reitores da América Latina e do Caribe durante o VIII Encontro de RedES Universitárias e Conselhos de Reitores da América Latina e do Caribe.

A reunião, preparatória para a Cres 2018 (Conferência Regional de Educação Superior), foi realizada em Porto Alegre, no final de agosto, e teve a participação de dois reitores de universidades estaduais brasileiras – Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste) e Berenice Jordão (UEL – Universidade Estadual de Londrina) representando, respectivamente, a Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) e a Zicosur Universitário (Rede de Universidades da Zona de Integração do Centro-Oeste da América do Sul), entidades das quais são presidentes.

A carta expressa, segundo seu próprio texto, redigido em espanhol, “os principais desafios que a educação superior enfrenta na região da América Latina e Caribe até 2030”. Além disso, o documento emite os posicionamentos – “firmes e positivos” – dos reitores das entidades convidadas e que serão levados à III Cres, que será realizada no próximo ano, em Córdoba.

No total, a Declaração de Porto Alegre lista 33 eixos e ações, que voltarão a ser discutidos na Argentina. Entre eles estão impulsionar o compromisso das instituições de ensino superior com o meio ambiente e com desenvolvimento sustentável; formar jovens com consciência de uma cidadania universal, capazes de compreender a interconexão entre os problemas locais, regionais e globais; aumentar o protagonismo social-empresarial em inovação; criar vínculos entre os sistemas de investigação, ciência, tecnologia e os de inovação; e fortalecer os programas de cooperação solidária com instituições de ensino superior (IES) dos países da região, com atenção aos países menos desenvolvidos.

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