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Reitor da UERN representa Abruem em Fórum da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) realizou, na última semana, em Brasília, o Fórum RNP 2017, que teve como tema “25 anos de internet no Brasil: desafios e tendências”. A Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) foi representada, na ocasião, pelo reitor Pedro Fernandes Ribeiro Neto (UERN – Universidade […]

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) realizou, na última semana, em Brasília, o Fórum RNP 2017, que teve como tema “25 anos de internet no Brasil: desafios e tendências”. A Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) foi representada, na ocasião, pelo reitor Pedro Fernandes Ribeiro Neto (UERN – Universidade do Estado do Rio Grande do Norte).

Uso de redes avançadas na Educação Superior nos últimos 25 anos – o que mudou? foi temática norteadora da palestra do reitor Pedro Fernandes

Um dos palestrantes do encontro, o professor Pedro Fernandes abordou o tema “Uso de redes avançadas na Educação Superior nos últimos 25 anos – o que mudou?”. O reitor participou da mesa acompanhado de Maria Clorinda, representante. da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Federais de Ensino Superior). O debate teve como foco os desafios para a sustentabilidade das redes acadêmicas e seu valor para o futuro do país.

“O evento da RNP é bastante relevante. Estão sendo discutidos temas bem interessantes e atuais no contexto nacional e mundial. São ferramentas inovadoras que podem ser utilizadas pelas instituições. Provoquei bastante, em minha palestra, a necessidade de sermos socialmente referenciados, impactando e dialogando com a sociedade”, afirmou o reitor Pedro Fernandes.

O Fórum RNP é dirigido a reitores, pró-reitores, diretores de setores ligados as TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) de universidades, institutos federais e de pesquisa, além de gestores públicos, coordenadores de projetos e fornecedores de TIC.

  • informações e fotos Assessoria de Imprensa UERN

Austrália 2017: atividades 20 de outubro

Comitiva visita uma das mais reconhecidas universidades do mundo

Os compromissos da comitiva da Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) – composta por reitores, vice-reitores e diretores de escritórips de relações internacionais – na Austrália tiveram sequência na sexta-feira (20). A agenda, pela manhã, iniciou com uma reunião com três representantes da Study New South Wales (um trade do Estado de New South Wales) – uma da área educacional, outro da área de negócios e outro da área de pesquisa no setor primário. Eles apresentaram a estrutura com que contam e, também, as possibilidades de cooperação em pesquisa e intercâmbio de estudantes e pesquisadores.

Ainda no período da manhã, os integrantes da missão da Abruem à Austrália partiram em direção à Macquarie University. “Fomos recebidos por um representante da cultura aborígene, que trabalha na Universidade. Ele nos deu boas-vindas e falou sobre as ações da Instituião visando a recuperação e a valorização da cultura aborígene, além das iniciativas de inclusão dessas populações na Universidade”, contou o presidente da Abruem, reitor Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste).

Representantes da Abruem falam sobre a Instituição em visita à Macquarie University

Em seguida, o pró-reitor de pesquisa da Macquarie University, professor Sakkie Pretorius, abordou a inserção e o impacto das pesquisas desenvolvidas na Universidade em âmbito mundial. Ele afirmou que os eixos principais de atenção da Instituição, fundada em 1964, são o foco no aluno – entendida como atenção especial e acompanhamento para que não haja desistência ao longo do curso – e o foco na inovação – buscando identificar os problemas da sociedade e do governo, trabalham em cima dessas demandas para, na sequência, poderem apresentar resoluções.

Nesse sentido, apresentaram como exemplos a tecnologia wi-fi; o ouvido biônio, que foi desenvolvido/produzido nesta Universidade, e pesquisas atuais sobre as reações no cérebro provocadas por esse ouvido. O principal dicionário australiano também foi redigido por profissionais da Macquerie University.

Sakkie Pretorius disse que Macquarie University está entre os 2% das principais universidades do mundo. O pró-reitor de Pesquisa salientou que para a Instituição é altamente relevante a parceria com universidade brasileiras, especialmente aquelas vinculadas à Abruem devido à característica geográfica e de vínculo social associadas, que estão localizadas sobretudo no interior do Brasil.

Foto oficial da Comitiva da Abruem ao fim da visita técnica a Macquarie University

Doutorandos brasileiros participaram de parte do encontro e testemunharam que foram acolhidos pela Instituição de forma diferenciada, que oferece suporte para a instalação dos estudantes, para aperfeiçoamento do inglês e, ainda, apoio pedagógico, o que faz dela um destino especial para estudos e pesquisas.

A comitiva tem agenda livre no sábado (21) e no dia seguinte (22) parte para Camberra. Lá, as atividades têm início na segunda-feira (23).

Austrália 2017: atividades dos dias 18 e 19 de outubro

Após três dias em Queensland, comitiva dirige-se à Sydney

Em seu quarto dia na Austrália, os reitores, vice-reitores e diretores de escritórios de Relações Internacionais das universidades afiliadas a Abruem (Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) visitaram mais três universidades localizadas no Estado de Queensland. Novamente divididos em grupos conheceram as estruturas e trataram das possibilidades para o estabelecimento de parceria no âmbito da internacionalização do ensino superior na Southern Cross University, em Gold Coast; na University of Southern Queensland, em Toowoomba; e na Queensland University of Technology, em Brisbane.

Sydney é a segunda parada da comitiva da Abruem em missão técnica na Austrália

O grupo que realizou a visita técnica à University of Southern Queensland foi recebido pela reitora da instituição, professora Geraldine Mackenzie, e pelo diretor de Relações Internacionais, professor Talal Yusaf, além de pesquisadores da Universidade. Na conversa, segundo o reitor Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste), presidente da Abruem, “eles procuraram deixar claro que, em relação ao estabelecimento de parcerias, a preocupação principal não é a financeira. Estão abertos à cooperação e à busca conjunta de condições para que essa se concretize”.

A University of Southern Queensland é líder em estudos online. A presença de alunos de graduação e pós-graduação não é obrigatória. “A instituição tem matriculados doutorandos de outros países que se formam sem precisar vir à Australia. Normalmente, eles passam um período aqui, mas não são obrigados a vir”, relata Bona.

Nessa Instituição, se destacam as pesquisas em produção de produtos para suplementação alimentar, que são vendidos e geram receitas para a Universidade, e os estudos que buscam identificar porque a ocorrência de casos de câncer é maior no interior do que nas áreas urbanas.

19 de outubro

De Brisbane, capital do Estado de Queensland, a comitiva da Abruem seguiu para Sydney. Na cidade, a primeira parada, em 19 de outubro, foi na Western Sydney University, que conta com nove campi universitários e tem 28 anos. Apesar de jovem, a Instituição tem excelência em 80% de suas 20 áreas de pesquisa, que contam com conceitos 4 e 5 (numa escala que vai de 1 – a nota mínima – a 5 – a máxima). Após a recepção oficial, os grupo se dividiu em dois, para discussões mais aprofundadas em Cultura e Sociedade e em Agricultura e Meio Ambiente.

Western Sydney University foi primeira Instituição visitada no segundo destino da comitiva na Austrália

O Instituto de Cultura e Sociedade foi apresentado pelo seu diretor, professor Paul James, Ele ressaltou que as pesquisas desenvolvidas ali são engajadas, tanto com pessoas como com o mundo, objetivando gerar impactos positivos. Por isso, eles também se dedicam a mensurar qual o impacto que essa pesquisa tem no mundo e na cultura, a partir de uma plataforma digital. O conceito de “círculo de sustentabilidade” foi criado pelo pesquisador. Para ele, a sustentabilidade de uma cidade não está amparada somente na questão ecológica ou econômica, envolvendo também questões políticas, educacionais, culturais, entre outras.

A partir da explanação, o reitor Jairo Costa (Uneal – Universidade Estadual de Alagoas) deu início as tratativas para que as universidades firmem parceria, objetivando a implantação do projeto de sustentabilidade em bairros pobres de Alagoas. O diretor de Relações Internacionais da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), José Celso Freire Filho, propôs a organização de um workshop ministrado pelo professor Paul James, no Brasil. “A ideia é que seja realizado um treinamento para os prós-reitores de Extensão das universidades afiliadas à Abruem sobre a utilização dessa ferramenta de mensuração de resultados dos projetos sociais desenvolvidos”, explica.

Austrália 2017: atividades dia 17 de outubro

Mais universidades do Estado de Queensland são visitadas

No terceiro dia na Austrália, o grupo formado por reitores, vice-reitores e diretores de escritórios de Relações Internacionais das universidades afiliadas à Abruem (Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) voltaram a realizar visitas técnicas à instituições de ensino superior do Estado de Queensland.

Assim como na segunda-feira (16), nessa terça (17), a comitiva se dividiu em três grupos e conheceu as estruturas da James Cook University, em Townsville; da Central Queensland University, em Rockhampton; e da Griffith University, na Gold Coast.

Comitiva, novamente, se dividiu em três grupos, de acordo com áreas de interesse das universidades

A equipe que visitou a Central Queensland University (CQU) foi acompanhada pelo professor Michael Thompson. A instituição é a maior universidade regional da Austrália, contando com 25 campi e 35 mil alunos. Essa preocupação de interiorização demonstra o objetivo de levar o ensino superior à quem tem maior dificuldade de acesso. A CQU conta, por exemplo, com um programa de acolhida e de formação para as comunidades aborígenes.

A Central Queensland University oferta mais de 300 cursos técnicos e profissionais e sua maior força é na área agrícola, tendo forte inserção nas fazendas da região, trabalhando junto aos agricultura local. As áreas prioritárias são a criação de gado; horticultura para as pequenas propriedades; cultivo de grãos e de algodão; controle biológico de pragas na produção de alimentos, como batata doce e frutas.

Em relação à pecuária, a Universidade tem trabalhado no desenvolvimento de softwares para o controle da produção de gado ( a partir da colocação de um chip em cada animal) e da reprodução do rebanho. Esses programas visam avaliar os melhores índices de fertilidade e de condições de acasalamento, entre outros aspectos.

A área de fruticultura é uma potencialidade da instituição, que tem como foco principal a avaliação da qualidade da fruta a partir do estabelecimento de parâmetros de medição por equipamentos específicos. Para isso, a CQU conta com parcerias com empresas/mercado. Já no que diz respeito à horticultura, ela tem pesquisado, por exemplo, como ampliar a resistência do tomate.

Nessa terça, comitiva esteve na James Cook University, na Central Queensland University, e na Griffith University

Michael Thompson lembrou que os cursos da área de agrárias da Central Queensland University são avaliados com conceito 5, estando acima da média mundial em pesquisa. Porém, a instituição também tem pesquisas de ponta nas áreas de biotecnologia, nanotecnologia e nanomedicina, enfocando, principalmente, estudos relacionados ao câncer e à produção de medicamentos.

Nessa quarta-feira (18), a comitiva da Abruem realiza suas últimas atividades no Estado de Queensland. Novas visitas técnicas serão realizadas, desta vez na Southern Cross University, em Gold Coast; na University of Southern Queensland, em Toowoomba; e na Queensland University of Technology, em Brisbane. Já na quinta, os integrantes da missão viajam para Sydney, onde novos compromissos ligados à internacionalização da educação superior serão realizados.

Austrália 2017: atividades dias 15 e 16 de outubro

Missão teve início pelo Estado de Queensland

Os integrantes da missão internacional da Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) chegaram a Austrália, país de destino da visita técnica desse ano, no último domingo (15). A primeira etapa da viagem ocorre no Estado de Queensland, cujas instituições de ensino superior têm grande interesse na educação internacional.

“Iniciamente”, contou o presidente da Abruem, reitor Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste), “como recepção da delegação, eles nos levaram para um passeio ao santuário dos coalas de Queensland. Na sequência, participamos de um ato de boas-vindas oficial, com um jantar oferecido no Museu de Queensland e promovido pelo Trade & Investments Queensland (TIQ)”.

Em Queensland, os integrantes da missão da Abruem foram recebidos pelo TIQ

O TIQ é unidade do governo do Estado de Queensland que tem como objetivo prospectar negócio e criar oportunidades, no caso, voltadas para o estabelecimento de parcerias na área da Educação, em especial, entre as universidades da localidade e as afiliadas a Abruem. Nesse sentido, o jantar contou com a participação da diretora executiva de Educação Internacional do TIQ, Vanessa Hall; do diretor do Museu, Tim, Thompsom; e do cônsul honorário do Brasil em Queensland, Valmor Moraes.

O segundo dia de atividades em solo australiano, a segunda-feira (16), teve início com uma reunião, que durou todo o período da manhã, organizada pela TIQ, visando estabelecer aproximações iniciais e, ainda, para que os dois lados pudessem apresentar suas particularidades e, assim, se conhecer melhor.

A diretora executiva para a área de Educação Internacional da Trade Investments, Vanessa Hall, abriu a audiência contextualizando Queensland no cenário australiano. Sua explanação mostrou que esse é o segundo maior Estado do País, com um área semelhante a do Estado brasileiro de São Paulo e com população aproximada de dois milhões de habitantes. Segundo Vanessa, Queensland tem dez universidades, das quais quatro estão entre as 300 melhores avaliadas do mundo e oito tem conceito igual ou superior a 3, numa escala que vai de 1 a 5, em um sistema próprio de avaliação da Austrália. A executiva lembrou ainda que dos quase 30 mil brasileiros que participaram de processos de mobilidade acadêmica na Austrália nos últimos anos, oito mil tiveram Queensland como destino. Assim, concluiu, a Educação é uma das áreas que mais riqueza gera para a economia do Estado.

O cônsul honorário do Brasil em Queensland, Valmor Moraes, foi o segundo a fazer uso da palavra durante a reunião. Ele reforçou os dados e números apresentados por Vanessa Hall e acrescentou que o Estado tem potencialidades múltiplas para o estabelecimento de parcerias para o desenvolvimento de pesquisas científicas – com especial interesse em agricultura, doenças tropicais e meio ambiente – e investe nessa área. Além da estrutura para o desenvolvimento de estudos, o cônsul afirmou que as instituições de ensino superior estão preparadas para acolher e apoiar estudantes em mobilidade, incluindo atendimentos médico e psicológico, além da oferta de cursos de aprimoramento do idioma.

Valmor Moraes, Aldo Bona, Vanessa Hall e Tim Thompson

Na condição de presidente da Abruem e, portanto, líder da comitiva, o reitor Aldo Bona também fez uso da palavra, visando apresentar a Associação e dados referentes à educação superior brasileira. Além disso, ele enfatizou os interesses das universidades afiliadas à Abruem na realização da missão ao país. “Estamos aqui buscando criar oportunidades de mobilidade para os estudantes de graduação e de pós-graduação, com Brasil e Austrália, simultaneamente, enviando e recebendo alunos. Também queremos oportunizar o desenvolvimento de pesquisas conjuntas. Ações que permitirão qualificar, via internacionalização, nossos cursos e programas. A Abruem e os reitores associados acreditam que as parcerias surgem e se solidificam à medida em que as pessoas estão em contato. É por isso que estamos aqui”, disse.

O reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), Sandro Roberto Valentini, integrante da comitiva da Abruem, falou na sequência com o intuito de relatar as experiências de parcerias estabelecidas entre sua Instituição e universidades australianas, explicitando como elas se construíram e como estão sendo mantidas via Building Strategic Partnerships with Australian Universities.

Finalizando a reunião da manhã, três alunas de pós-graduação brasileiras contaram sobre as experiências que estão tendo em distintos cursos – Ciências Biológicas, Psicologia e Engenharia Ambiental – ofertados por universidades localizadas no Estado de Queensland.

Já na tarde do dia 16, divididos em grupos, os reitores, vice-reitores e diretores de escritórios de Relações Internacionais integrantes da missão organizada pela Abruem à Austrália visitaram três instituições de ensino superior de Queensland – University of Queensland, Australian Catholic University e University of the Sunshine Coast. 

Reitor Haroldo Reimer (UEG) entrega homenagem da Abruem ao pro vice-chancellor Robert Elliot, da Catholic University

Na University of Sunshine Cost (USC), os integrantes da comitiva brasileira foram recebidos pelo vice-chancellor da Universidade, professor Roland de Marco. Ele manifestou apoio a parcerias entre as afiliadas da Abruem e a USC e enfatizou que o Brasil é uma dos países prioritários para a University of Sunshine Cost expandir suas parcerias em várias áreas destacando as Ciências Florestais – em especial, a indústria da madeira e o manejo florestal. Presente nessa visita técnica, o presidente da Abruem, reitor Aldo, afirmou que as universidades estaduais e municipais brasileiras também estão abertas para prospectar parcerias, e acrescentou que a visita é uma demonstração do grande interesse em expandir a cooperação científica com a USC.

Missão de reitores da Abruem à Austrália tem início nesse domingo (15)

Nove universidades do estado de Queensland serão visitas até quarta-feira

A delegação da Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais), formada por 17 integrantes – entre reitores, vices e assessores dos escritórios de relações internacionais das universidades –, chega nesse domingo (15) à Austrália e já no período da noite dá inicio às atividades da missão desse ano de 2017, que visa promover e fortalecer o processo de internacionalização das instituições de ensino superior afiliadas à Abruem.

As atividades começam pelo estado de Queensland e serão abertas por um jantar de boas-vindas oferecido pela Trade and Investment Queensland. Já na segunda-feira (16), no período da manhã, haverá uma apresentação, por William Street, de Brisbane, das universidades da região do estado de Queensland. Na sequência, na parte da tarde, divididos em três grupos, os integrantes da comitiva, farão visitas técnicas à University of Queensland, Brisbane; à University of the Sunshine Coast, Sunshine Coast; e Visita à Australian Catholic University, Brisbane.

As visitas técnicas direcionadas por áreas de interesse têm sequência na terça (17) e na quarta-feira (18). Também divididos em grupos os membros da missão da Abruem conhecerão à James Cook University, Townsville; à Central Queensland University, Rockhampton; à Griffith University, Gold Coast; à Southern Cross University, Gold Coast; à University of Southern Queensland, Toowoomba; e à Queensland University of Technology, Brisbane. As atividades serão realizadas em três instituições de ensino superior a cada dia.

Já na quinta-feira (19), os integrantes da comitiva parte em direção à Sidney, onde a missão terá seguimento.

Clique nos links para ter acesso à programação diária da missão, ao briefing dos visitantes e ao briefing dos locais que serão visitados.

Mudanças no Programa de Mobilidade Nacional (PMN) edição 2018

Processo de oferta de vagas e seleção de estudantes já está em andamento

O Edital da Edição 2018 do Programa de Mobilidade Nacional (PMN) da Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) já foi divulgado pela Câmara de Internacionalização e Mobilidade e os prazos para a oferta de vagas pelas instituições, que será seguido pela inscrição e seleção dos estudantes interessados, já estão em andamento.

Segundo o presidente da Câmara, reitor Haroldo Reimer (Universidade Estadual de Goiás – UEG), a necessidade de remodelamento do PMN tem sido discutida nas últimas reuniões da Câmara Técnica. Desse modo, surgiu “uma proposta de unificação da seleção de candidatos à mobilidade, que, inicialmente, acontecerá com a execução de um edital único de seleção, com o intuito de simplificar e expandir o controle sob as candidaturas a partir das vagas disponibilizadas pelas instituições de ensino superior afiliadas à Abruem”, conta.

A partir daí, as candidaturas dos estudantes devem ser apresentadas à universidade de origem e serão encaminhadas às instituições de destino pelo coordenador local do PMN. Na sequência, as etapas permanecerão iguais as dos anos anteriores, conforme cronograma:

09 a 31/10/2017: envio do formulário de vagas e cursos

14 a 30/11/2017: inscrição dos candidatos na IES de origem

01 a 04/12/2017: envio das candidaturas para as IES de destino

05 a 15/12/2017: análise das candidaturas e envio das Cartas de Aceite ou de Recusa

1. semestre de 2018: início das aulas em processo de mobilidade conforme calendário acadêmico de cada instituição

“Já para o próximo Edital, será elaborado um sistema que vai unificar a oferta e a seleção de candidatos em nível nacional de forma simultânea”, complementa o reitor Haroldo Reimer.

Retorno do Pnaest é cobrado em audiência da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Estaduais e Municipais

Programa Nacional de Assistência Estudantil não abre edital desde 2015

Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Estaduais e Municipais retoma atividades com Audiência para debater o repasse do Pnaest para as instituições

A Frente Parlamentar Mista em Defesa das Universidades Estaduais e Municipais cobrou o retorno do Plano Nacional de Assistência Estudantil para as Instituições de Ensino Superior Públicas Estaduais (Pnaest) em audiência realizada na Câmara dos Deputados, na tarde da última terça-feira (10). A reunião, coordenada pela presidente da Frente Parlamentar, deputado federal Cleber Verde, contou com a participação do coordenador de Políticas da Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC), Fernando Bueno, do presidente da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), reitor Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste) e de dezenas de reitores de todo o Brasil.

A educação promove muitas mudanças significativas na vida das pessoas, principalmente daquelas que acessam a educação superior nos municípios do interior. A Abruem está aqui para fazer um apelo ao Congresso: que nós, deputados e senadores, possamos nos unir para cobrar do governo o retorno do Pnaest”, esclarece o parlamentar Cleber Verde.

O Plano Nacional de Assistência Estudantil para as Instituições de Ensino Superior Públicas Estaduais foi instituído com a finalidade de ampliar as condições de acesso, permanência e sucesso dos jovens na educação superior pública estadual e destina-se ao financiamento de ações de assistência estudantil das instituições que destinam vagas dos seus cursos de graduação – bacharelados e licenciaturas – ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do governo federal. Porém, desde 2015, nenhum edital foi aberto e as universidades, que estão com os seus orçamentos cada vez mais restritos, não têm condições de prestar apoio aos estudantes que, muitas vezes, abandonam os cursos superiores.

Reitores das universidades afiliadas à Abruem manifestaram-se apontando as razões para a urgência no repasse dos recursos

Segundo o presidente da Abruem, esse recurso é fundamental para as que as instituições estaduais possam implantar ou manter ações de assistência estudantil – como residência e restaurante universitários com valores subsidiados. “Muitas das instituições estaduais que aderiram ao SISU, por reconhecer a importância do sistema, estão passando pelas mesmas dificuldades porque ele traz demanda de assistência muito maior atendendo os estudantes de outras cidades e estados, que vivem em situação de carência e abandonam os cursos já no primeiro ano”, explica o reitor Aldo Bona. Ele lembra, ainda, que o recurso do Pnaest não chega a R$ 30 milhões por ano, mas é de extrema importância para as instituições do sistema estadual de ensino superior.

A reivindicação dos reitores das 45 universidades afiliadas à Abruem visa garantir a previsão orçamentária para abertura de edital para o Pnaest em 2018. “Esse pleito foi entregue ao ministro da Educação, Mendonça Filho, por uma ação dessa frente que está sob a presidência do deputado Cleber Verde. Também entregamos um ofício no qual reivindicamos que seja publicado edital ainda, em 2017, para a contratação em fevereiro ou março de 2018”, complementa o presidente da Abruem.

O reitor da Universidade Estadual do Maranhão, Gustavo Pereira da Costa, explica que a ausência de editais tem tornado inviável a permanência das instituições afiliadas à Abruem no SISU. “Não temos condições de manter esses alunos e isso resulta numa evasão muito grande. Havia previsão orçamentária, mas foi cortada no momento em que houve uma grande mobilização das universidades para aderir ao Pnaest. Ou seja, aconteceu o corte e nenhum edital foi publicado. Isso impediu que as instituições que aderiram recebessem os recursos acordados”.

Audiência contou com a participação do coordenador de Políticas da Educação Superior do Ministério da Educação, Fernando Bueno

O coordenador de Políticas da Educação Superior do Ministério da Educação, Fernando Bueno, afirma que nenhum edital referente ao Pnaest foi publicado desde 2014 em virtude do contigenciamento de recursos que o MEC vem enfrentando ano a ano. “Isso tem dificultado nosso planejamento dentro de todo o Ministério. Em relação ao Pnaest especificamente, temos uma participação vultuosa das universidades estaduais no Sisu, o que realmente engrandece o Programa. Porém, essa questão da contrapartida ficou deficitária a partir de 2015. Estou representando o ministro nessa reunião e vim para ouvir as demandas e levar a ele”.

Ao final da Audiência, os parlamentares presentes assumiram o compromisso de defender, durante a apreciação da Lei Orçamentária de 2018, o provisionamento de recursos para o Pnaest, bem como de atuar em defesa da proposta de financiamento do governo federal para as universidades estaduais.

*com informações da assessoria de imprensa do deputado Cleber Verde

Entidades científicas e acadêmicas mostram união e força em manifestações no Congresso Nacional

Mais de 70 associações, entre elas a Abruem participaram de defesa do orçamento para ciência

A Abruem foi uma das 70 entidades acadêmicas e científicas participantes das ações em defesa dos recursos para a ciência, tecnologia e inovação na Câmara dos Deputados, em Brasília

A Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais) foi uma das mais de 70 entidades acadêmicas e científicas brasileiras presentes e atuantes nas manifestações em defesa do orçamento para a ciência e a tecnologia realizadas no Congresso Nacional na última terça-feira (10). O movimento, que contou com a participação de mais de 50 parlamentares, entre deputados e senadores, teve como objetivos pressionar o governo a aumentar o orçamento previsto para a área para o ano de 2018 e reivindicar o descontingenciamento dos recursos desse ano para ciência, tecnologia e educação pública.

Diante dos representantes das entidades, os congressistas manifestaram apoio à recuperação orçamentária e se comprometeram a fazer articulações com outros deputados no mesmo sentido. No entanto, conforme Ildeu de Castro Moreira, presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), entidade que estava a frente da movimentação, a cruzada pelos recursos para ciência, tecnologia e educação deve continuar até que as verbas sejam garantidas de modo concreto. “Existem promessas de vários parlamentares, mas, de maneira nenhuma, está garantido que as nossas reivindicações vão ser atendidas. Portanto, a pressão política deve continuar”, defende.

As ações tiveram início com uma Audiência Pública, que se estendeu das 9h30 às 14h, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara. Durante os pronunciamentos, as sociedade acadêmicas e científicas procuraram demonstrar o quanto a ciência já contribuiu para a economia brasileira, evidenciando, assim, a necessidade de recuperação do orçamento 2017, aprovado pelos próprios parlamentares. “Se nada for feito, vamos abdicar da nossa capacidade de construir um país soberano”, sentenciou, durante seu pronunciamento o presidente da SBPC.

Representantes de diversas entidades científicas e acadêmicas se pronunciaram durante a Audiência e, em suas falas, aproveitaram a oportunidade para denunciar o desmonte extremo das universidades e institutos de ciência e tecnologia, tanto federais quanto estaduais. “O orçamento atual para ciência e tecnologia é menos da metade do praticado em 2005, enquanto a comunidade científica brasileira, no período, dobrou”, enfatizou em sua manifestação o presidente da Abruem, reitor Aldo Nelson Bona (Unicentro – Universidade Estadual do Centro-Oeste). Para ele, os cortes orçamentários amputam as possibilidades de desenvolvimento nacional. “Mais de 80% da ciência brasileira é feita nas universidades públicas. Não podemos deixar esse colapso geral continuar”. Bona ainda destacou que a producão científica das instituições de ensino superior estaduais e municipais, até aqui pujante, está ameaçada. “A interiorização da pesquisa é resultado do trabalhos das universidades do sistema público estadual e municipal. Porém, com o orçamento limitado dos órgãos de fomento e a escassez de recursos das próprias IES, o colapso é iminente”.

Na mesma linha, representando a Academia Brasileira de Ciência (ABC), Helena Nader alertou que os cortes quando somados à Emenda Constitucional 95/2017 – referente ao teto de gastos – delineiam um cenário de mais incertezas econômicas para o Brasil. “Eu quero saber o que vamos fazer. Nem plantar batata ou soja seremos capazes, porque para isso também precisamos de ciência. Os países determinados, de competitividade mundial, são os que investem em ciência. Estamos na contramão da economia do conhecimento. É esse o Brasil que queremos?”, questionou em sua intervenção.

Em seu pronunciamento, o presidente da Abruem defendeu que sem financiamento as instituições de ensino superior públicas entrarão em colapso

Se o atual cenário se confirmar, segundo Emmanuel Zagury Tourinho, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior no Brasil (Andifes), será preciso um longo período para que o Brasil recupere a posição de destaque que ocupava alguns anos atrás no cenário mundial de ciência e tecnologia. A inovação, de acordo com o presidente da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Júlio Cesar Felix, depende do aporte financeiro do estado. “Sem o financiamento público, não tem como fazer a interligação entre ciência e inovação”, afirmou, acrescentando que a atual crise não tem precedentes e já prejudica todo o esforço anterior para o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação brasileiro.

Em resposta aos argumentos apresentados pelos representantes das entidades científicas e acadêmicas, vários deputados e senadores concordaram que ciência e tecnologia devem ser tratados como prioridade pelo governo. “Não podemos ter a mediocridade de matar o que estava, a duras penas, prosperando”, afirma a deputada Margarida Salomão, que é ex-reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). “É irracional para uma nação como a nossa cortar ¼ dos investimentos em ciência e tecnologia”, completa o deputado Henrique Fontana, lembrando que os cortes colocam no lixo bilhões de reais investidos, ao longo do anos, na área.

Já para a deputada Luciana Santos, o “conhecimento é a grande moeda que move o mundo. Temos, por isso, que respeitar a 13. nação mundial em produção científica”. Posicionamento corroborado pela deputada Luiza Erundina, para quem “estamos andando para trás. Como se quer disputar a hegemonia no mundo e falar de ciência e tecnologia com esses cortes no orçamento?”. O deputado Ivan Valente também afirmou que a situação é de desmonte: “o contigenciamento fecha portas”.

Deputados e senadores também se comprometeram a empenhar esforços para articular mais verbas para CT&I. “Nossa obrigação é fazer chegar os recursos para ciência e tecnologia”, afirma o deputado Paulo Magalhães, presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara. O deputado Francisco Rodrigues de Alencar Filho, no entanto, recomenda ceticismo com as promessas feitas e incentiva que as entidades continuem a pressionar até que medidas concretas sejam efetivadas. “Não basta gentileza. É preciso ação e compromisso”, diz.

O reitor da Uefs, Evandro Silva, representou a Abruem na entrega da Carta aos Parlamentares, que conta com mais de 83 mil assinaturas, aos presidentes da Câmara e do Senado

Carta aos Parlamentares

Na sequência da Audiência, foi realizado um ato público no Salão Nobre da Câmara encerrado com a entregue a petição referente à Campanha Conhecimento sem Cortes, com mais de 83 mil assinaturas, ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, e ao presidente em exercício do Senado, senador Cassio Cunha Lima. Nas ações do período da tarde, a Abruem foi representada pelo reitor Evandro do Nascimento Silva (Universidade Estadual de Feira de Santana – Uefs).

Nos três momentos, a “Carta aos Parlamentares” foi distribuída. O manifesto – produzido pela SBPC e assinado por mais de 150 entidades científicas brasileiras – detalha a situação crítica da área no país a partir do contingenciamento drástico das verbas em 2017 e das perspectivas assustadoras para o orçamento do próximo ano.

O documento solicita garantias para o pleno funcionamento das universidades e dos institutos de pesquisa; para a continuidade do pagamento de bolsas de estudo; para a manutenção de políticas de permanência para os estudantes nas universidades; para retomada de investimentos em ciência, em tecnologia e em pesquisa nos patamares de 2014; e para a retirada da Educação e da Saúde do teto de gastos impostos pela Emenda Constitucional 95/2017.

Requente da Audiência Pública, o deputado Celso Pansera, avalia os resultados das ações como muito positivas. “O impacto na Casa foi muito grande e começo a acreditar que nós caminhamos para resolver ou se não resolver para indicar um caminho para que o ano que vem não seja tão ruim como foi 2017 para a Ciência”, pondera.

Audiência pública expôs motivos pelos quais entidades são contra contigenciamento e cortes no orçamento da CT&I

Contingenciamento de recursos em 2017 e previsão orçamentária para 2018

O contingenciamento dos recursos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC), nesse ano de 207, reduziu o orçamento de custeio e investimento em ciência, tecnologia e inovação para R$ 3 bilhões, valor que representa um terço do montante destinado à área em 2013. Desse modo, a Carta aos Parlamentares destaca que a comunidade científica vem, reiteradamente, solicitando ao presidente da República a liberação de R$ 2,2 bilhões contingenciados para atender, minimamente, às necessidade do MCTIC. No entanto, do descontingenciamento global de R$ 12,8 bilhões referente ao ano de 2017, anunciado no final de setembro, apenas R$ 500 milhões foram destinados ao Ministério.

O cenário para 2018 e ainda mais catastrófico. Afinal, a previsão de recursos para o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), por exemplo, é suficiente para cobrir as despesas para o pagamento dos 100 mil bolsistas somente no primeiro semestre do ano. O corte de 32% nos recursos destinados à Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) no PLOA 2018 (Projeto de Lei Orçamentária); e os recursos não-reembolsáveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) para a CT&I somarão R$ 350 milhões, o equivalente a apenas 8% do montante de R$ 4,5 bilhões que serão arrecadados pelo Fundo no próximo ano, também ilustram a atual situação da ciência, tecnologia e inovação no país.

* com informações do Jornal da Ciência (SBPC)

Abruem e OEI firmam acordo para formação de professores de matemática

Público-alvo de curso deve atuar em escolas na região da tríplice fronteira

O presidente da Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais), reitor Aldo Nelson Bona (Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro), participou de uma reunião, representando a entidade, com a gerente do escritório brasileiro da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), Adriana Vieska.

A audiência tratou da participação de universidades afiliadas à Abruem em uma formação destinada à professores de matemática, que atuam em escolas da região da tríplice fonteira (Argentina, Brasil e Paraguai). “O curso está sendo articulado e organizado pela OEI e será financiado com recursos dos três países”, conta Aldo.

A Abruem e a OIE tem acordo de cooperação firmado desde abril de 2016, porém o mesmo destina-se a participação da Associação na Adesão pela Mobilidade Acadêmica (clique aqui e leia o Acordo na íntegra), da qual também são partes constituintes a Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib) e o Conselho Universitário Ibero-Americano (Cuib).

Aldo Bona e Adriana Vieska, na sede da OIE, em Brasília

Sobre a OIE

O OIE e uma organização mantida com recursos dos países ibero-americanos, que atua como captadora de recursos e executora de projetos nas áreas de educação, ciência, tecnologia e cultura. “Ela não é uma agência de fomento”, explica Bona. “Portanto, não financia projetos, mas ajuda instituições a organizarem projetos que visem a captação de recursos e, ainda, administra e executa esses projetos”.

Além disso, a OIE “atua identificando e disponibilizando profissionais de países ibero-americanos para a execução de projetos, palestras, consultorias e diversas atividades de cooperação”complementa Adriana.